31 de mai de 2012

Hora da Vingança (by Paula)


Em uma madrugada chuvosa, um garoto estava em seu quarto se isolando do mundo, Oliver é seu nome, ele era um garoto de 15 anos rejeitado pela família, colegas de sala e vizinhos, nunca teve amigos nem ninguém. Oliver sempre teve seus sonhos, um deles era de matar todos aqueles que o rejeitou, às vezes ele sonhava demais. Joseph, que era seu pai, sempre o dizia que ele era um inútil, que não sabia fazer nada e que não teria um futuro bom, Oliver era o mais novo dos quatro irmãos, outro detalhe é que ele era adotado. Quando completou 16 anos resolveu começar a trabalhar, procurou empregos em vários locais, todos não precisavam de mais empregados, até que finalmente o garoto foi aceito em um bar que vivia meio abandonado no bairro para trabalhar de garçom. Antes do seu primeiro dia o seu chefe Thales, o avisou de certas coisas que acontecem, muitas pessoas morrem naquele lugar, dois garçons foram mortos por um motoqueiro estressado dias atrás, mas Oliver não se importou. Quando o bar foi aberto o garoto já se sentiu independente, com seu uniforme e sua bandeja na mão foi atender o primeiro cliente que entrou, que parecia veterano no local, ganhou sua primeira gorjeta e ficou feliz com isso. Horas se passaram, já era hora de fechar, o garoto pensou que por ser o seu primeiro dia ele foi muito bem, porém, seu chefe esqueceu-se de avisá-lo que aquele bairro era o mais perigoso da cidade, chegaram então os rapazes de uma gangue e se aproximaram do garoto debochando dele. Oliver começou a rir desenfreadamente da situação, um dos rapazes da gangue o jogou no chão, o garoto riu mais ainda, parecia não se importar com aquilo. Outro rapaz aproximou-se e perguntou por que ele estava rindo, a resposta estava na ponta da língua de Oliver, ele não se importava, ele não sentia dor, a vida dele estava realmente sendo uma merda, e aquilo não fazia diferença pra ele, um dos rapazes da gangue falou para que o deixasse ir embora, Oliver levantou e se foi.
Dois anos se passaram e nada de diferente aconteceu durante esse tempo, Oliver estava bem, nunca arrumou sequer nenhuma briga no bar, tudo estava ótimo, até que certo dia seu pai o expulsou de casa, pois na mente dele, Oliver já estava independente por ter seu trabalho e ter completado seus 18 anos, e continuar vivendo em sua casa era apenas uma despesa a mais para a família. Foi ai que Oliver teve a idéia de sair da cidade, não sabia para qual ia, queria ele ir para uma cidade pequena, então teve a brilhante idéia de ir para Forks, uma cidadezinha localizada no estado norte-americano de Washington, com uma população de 3246 habitantes. Antes de viajar, Oliver comprou uma moto com o dinheiro que guardou durante a vida toda, mais antes de sair da cidade ele queria acabar com a vida de certas pessoas.
Joseph deixou o garoto dormir em casa só mais uma noite, e foi nessa noite que Oliver aproveitou para pegar o cartão de credito de seu irmão Gustavo. Na casa moram somente seus irmãos e seu pai, sua mãe Patrícia havia morrido quando Oliver tinha apenas seis anos, somente Joseph sabe como foi que ela morreu. Seus três irmãos saíram então Oliver ficou sozinho com seu pai. Joseph estava dormindo como pedra no sofá, o homem era horrível até dormindo, Oliver então foi até seu quarto, abriu uma gaveta de seu guarda-roupa e viu que alguém tinha a espiado, porém a gaveta contém um fundo falso, então o garoto abriu este fundo e pegou sua Pistola e voltou para a sala onde seu pai estava dormindo, mirando a Pistola na cabeça de Joseph, sem piedade apertou o gatilho e matou seu pai, pedaços de crânio ficaram espalhados pelo sofá. Oliver se apressou e saiu rapidamente, pois alguém poderia ter ouvido o barulho do tiro.
O garoto então pegou sua moto e mais algumas armas e foi para onde seus irmãos estavam, primeiro foi até Felipe, que estava no cinema com seus amigos, Oliver não teve idéias de como matar seu irmão no momento, então ficou no banheiro por muito tempo pensando se Felipe iria até lá, quando estava quase desistindo de matar Felipe, ouviu alguém entrar no banheiro, e lá estava seu irmãozinho. Oliver não esperou muito e rapidamente atacou Felipe acertando um machado em sua cabeça, como gostou da sensação que tivera, deu mais dois golpes certeiros na cabeça do irmão, o garoto saiu do local imediatamente e foi atrás de seu irmão Gustavo.
Encontrou seu irmão andando na rua sozinho, Oliver viu que a rua estava deserta então pegou uma pedra bem grande, e acertou na cabeça de Gustavo com muita força, seu irmão caiu no chão na mesma hora, Oliver então deu várias pedradas na cabeça de seu irmão, o sangue inundou a calçada, pegou então o corpo e levou até um terreno vazio que havia na esquina, jogou o corpo de Gustavo lá e foi embora, sem sentimento de piedade algum, a fúria e o prazer psicótico estavam em seus olhos e em seu sorriso, o garoto tinha se tornado um assassino frio. Finalmente só faltava mais um, Inácio, seu irmão mais velho, não demorou muito para Oliver saber onde ele estava, o primeiro lugar que ele pensou em procurar seu irmão foi na casa de Julie, namorada do irmão, chegando lá notou que as luzes estavam acesas então deu a volta e entrou pelos fundos da casa, lá encontrou um taco de baseball de metal, pegou-o e entrou na casa sem fazer barulho algum, em pouco tempo já estava na sala principal da casa, viu seu irmão assistindo um filme de romance com Julie, sem dó Oliver bateu na cabeça de seu irmão com o taco de baseball, arrancando pedaços do cérebro do irmão de tanta força e ódio que ele o golpeou, então correu atrás da namorada de Inácio que estava assustada e  desesperada, derrubou-a, olhou para ela com um  prazer imenso nos olhos, bateu diversas vezes no roso da garota, deixando-a irreconhecível,  voltou até Inácio que ainda estava agonizando ao chão, bateu várias vezes contra a cabeça do irmão, quando cansou de brincar de baseball, pegou sua pistola e deu um tiro certeiro na cabeça do irmão para confirmar sua morte. Finalmente seu trabalho ali já estava feito, Oliver então pegou sua moto e voltou para casa, estacionou sua moto nos fundos da casa, entrou e foi até ao seu quarto, pegou todas suas coisas e quando estava quase saindo da casa ele ouviu sirenes de policia, correu direto para sua moto, ligou-a e acelerou para cima da parede de madeira que cercava os fundos da casa destruindo-as, saiu acelerando mais ainda a moto, parecia uma cena de filme, vários policias estavam atirando nele, Oliver mal sentia as balas penetrarem em seu corpo. Ele estava dirigindo sem rumo com policiais em sua cola, então se decidiu que não adiantaria mudar de cidade sendo um procurado por ter cometido quatro assassinatos, então pulou de sua moto se atirando em frente a um caminhão que vinha em direção contraria, foi brutamente esmagado, seu sangue voou para todos os lados, quando o caminhão saiu de cima de seu corpo, só conseguiam ver suas tripas espalhadas pelo chão, seu crânio estava totalmente esmagado e seus ossos pareciam ter atravessado a carne do seu corpo. Para os policiais foi um fim bem trágico, mal passou em suas mentes que um jovem garoto faria isso. Antes de Oliver se jogar contra o caminhão, ele simplesmente pensou que se continuasse fugindo da policia uma hora ele seria pego e iria para a prisão, se morresse não faria falta para ninguém, já que não tinha mais família, então para ele a única coisa que importava naquele momento é que a vingança foi feita e não tinha mais como escapar. (by Paula)


28 de mai de 2012

Depois da Morte


Bruno, um cientista de nome, tinha uma fama internacional de dar inveja em qualquer um, estava trabalhando em um novo projeto, que tinha como objetivo dar vida longa aos seres humanos depois da morte, isso sem contar que aquela substância manteria intacta a forma como a pessoa recebeu a dose no seu organismo. Isso seria usado em guerra, um tipo de arma química que faria com que os soldados fossem mais fortes e invencíveis e com isso acabassem com a população do país que ficasse contra o mesmo, sendo que a substância era totalmente contagiosa, uma vez mordida por alguém infectado, a pessoa em alguns minutos ficaria infectada também, por isso o grau de destruição de certo lugar era enorme. Para conseguir destruir o corpo que levantaria novamente, seria necessário queimá-lo, já que a substância possuía pouca resistência ao calor e mataria rapidamente as células que dariam nova vida ao corpo, ou atingir o seu sistema nervoso para que os movimentos do corpo não mais pudessem ser executados. Ainda não sabiam se ela poderia manter vivas as emoções e lembranças das pessoas infectadas, mas como já havia sido testada em animais, a certeza de volta á vida era quase de 100%, porém precisariam usar uma cobaia e Bruno estava apenas esperando uma permissão do estado.
Letícia, era mulher de Bruno e o ajudava em suas pesquisas sempre, os dois se amavam muito, um amor de dar inveja em qualquer casal, porém certo dia a mulher saiu para fazer compras, pois os dois viajariam para um lugar ao longe onde encontrariam outros amigos e pesquisadores, assim que Letícia abriu a porta do carro para entrar em sua casa, foi surpreendida por dois ladrões, queriam levar o seu carro e tudo mais que estivesse com ela, a mulher resistiu e atacou os ladrões, um deles deu um tiro certeiro em seu peito esquerdo, a mulher então caiu morta ao chão enquanto os homens fugiram com o carro.
Bruno ouviu o barulho e correu até o lado de fora e se desesperou ao ver sua amada morta, não sabia o que fazer, pegou o corpo dela e levou para dentro, o homem chorava muito, mas teve uma idéia, uma esperança apareceu em seus olhos, decidiu testar a substância em sua esposa, pois as chances de ela voltar e reconhecê-lo eram grandes. E assim ele fez.
Passados cerca de 5 a 10 minutos mais ou menos não havia acontecido nada, ele começou a derramar lágrimas decepcionado, porém escutou a voz de Letícia, dizendo para ele não chorar, que ela estava ali, ele beijou-a então e ficou extremamente feliz, tratou de fechar a ferida que a bala da arma deixou no corpo dela e amarrou uma faixa para que não houvesse possibilidades de alguém ver aquilo, pois na manhã seguinte iriam viajar para a casa de campo em que desenvolviam as pesquisas.
Bruno não fechou os olhos durante a noite toda, fazendo companhia para sua esposa e observando se nenhum fenômeno anormal aconteceria, porém tudo pareceu estar indo bem, como ele não via perigo algum naquela situação, pegaram o carro e partiram em direção ao centro de pesquisas. Chegando ao local estava à espera deles o Luan, que era o chefe das pesquisas e Geovana, a empregada da mansão em que ficariam hospedados, depois dos cumprimentos Luan pediu para que a empregada mostrasse o quarto à Letícia enquanto ele e o rapaz iriam até o laboratório para discutirem algumas teorias. E assim foi.
Letícia subia as escadas junto à Geovana, ambas entraram no quarto, enquanto a empregada mostrava o quarto, Letícia estava com o olhar fixo sobre o ferimento que a mulher tinha na mão. A empregada ia começar a contar como se machucou quando a mulher de Bruno a atacou violentamente, mordeu a sua mão com uma força tão grande que arrancou parte dos dedos da mulher que gritou desesperadamente, Letícia parou por um instante e então num impulso violento pulou sobre a mulher e arrancou a sua jugular nos dentes, o sangue se espalhava pelo quarto enquanto a mulher mordia mais e mais e se alimentava deliciosamente e desesperadamente da carne da empregada, como se a fome dela fosse insaciável.
Passaram-se alguns minutos do ocorrido, Bruno e Luan adentraram o quarto e viram aquela cena horrenda, Letícia estava comendo parte dos miolos da empregada que ainda permanecia morta ao chão, Luan ia sair do quarto quando a porta se fechou, Bruno disse que ele não poderia sair dali vivo, o velho cientista tomou um soco no rosto e caiu perto de Letícia, esta vendo carne fresca perto, não agüentou e arrancou o nariz do velho em apenas uma única mordida, como ele não parava de gritar e de se contorcer,  Bruno pegou uma faca de sua bolsa e pôs fim na vida do pobre homem, rapidamente ele pegou os dois corpos e amarrou dentro do banheiro do quarto para que se acordassem não pudessem fugir, também tratou de limpar sua mulher e dar banho a ela, pois ninguém poderia vê-la daquela forma, Bruno a repreendeu dizendo que ela não podia fazer aquilo, que ela deveria se controlar, senão todos descobririam, ela não podia morrer, ela era o seu amor e os convidados que faltavam chegar não ligavam para isso, estavam ali apenas em nome da ciência.
A noite finalmente chegou e os convidados também, os três eram pesquisadores de renome, Matheus e Guilherme eram cientistas que procuravam desenvolver o vírus que eles estavam criando enquanto que Daiane era médica pesquisadora, irmã de Matheus, sempre viajava com o irmão ajudando-o nas pesquisas, ela trabalhava em cima de um antivírus que pudesse trazer quem foi infectado ao normal, caso algum deles se acidentassem com a substância. Outro detalhe era que, Daiane odiava Letícia, ou melhor, uma odiava a outra, pois a médica era apaixonada em Bruno e vivia dando em cima do homem. Todos estavam reunidos na sala de jantar, Bruno sentou-se à mesa sozinho, disse que Letícia não estava em condições de descer e que ela ficaria lá em cima descansando um pouco.
Daiane como sempre não perdeu tempo e começou a dar em cima de Bruno, enquanto que os outros dois cientistas debatiam sobre qual cobaia poderiam usar para experimentar o vírus e quais as formas mais seguras de fazer tal coisa. O tempo se passou, então Matheus perguntou a Bruno sobre Luan e sobre a empregada, pois além de não terem visto o velho, o jantar não chegava, Bruno meio que suando frio explicou que não tinha visto os dois desde manhã e que já estaria preocupados com os mesmos. Resolveram pegar um lanche e preparar eles mesmos, depois de arrumarem a refeição e se alimentarem, os três cientistas foram para o laboratório, Daiane subiu as escadas alegando que iria até o seu quarto, porém a mesma estava indo até o quarto de Letícia, para passar raiva nela como sempre fazia nas vezes que reuniam. Assim que Daiane abriu a porta do quarto escutou uns barulhos vindos do banheiro, a mulher caminhou em direção ao mesmo, assim que abriu a porta levou um susto, amarrados juntos em uma corda e lutando para sair como animais estavam Luan e a empregada, enquanto que Letícia apareceu por trás dela e começou uma luta selvagem, a mulher de Bruno tentava morder Daiane de qualquer forma, esta por sua vez derrubou Letícia e correu até a porta que estava trancada, provavelmente fora trancada enquanto ela ia até o banheiro, a mulher correu então em direção ao armário e se trancou enquanto a infectada ficava batendo a porta dizendo que ela pagaria por querer o marido dela e falando que precisava se alimentar de sua carne.
Enquanto os três cientistas estavam no laboratório, discutindo teorias novas e algumas fórmulas para controlar melhor o vírus, escutaram o grito de Daiane, ficaram se perguntando o que seria. Matheus irmão da mulher saiu correndo para ir ver do que se tratava, enquanto Guilherme e Bruno ficaram no laboratório. Matheus subiu as escadas e se deparou com os gritos de sua irmã vindos de dentro do quarto de Letícia, este bateu na porta diversas vezes até conseguir arrombá-la. Enquanto isso, em um momento de descuido de Guilherme, Bruno pegou uma barra de ferro e acertou contra o rosto do rapaz que caiu ao chão, com o rapaz ao chão ele continuou batendo mais e mais até que o rosto do pobre cientista ficasse irreconhecível. Depois do que fez Bruno correu em direção as escadas para salvar sua mulher, porém quando chegou lá se deparou com Matheus cravando uma faca na cabeça de sua amada, o que a levou instantaneamente à morte, Bruno ficou imóvel por algum tempo vendo aquela cena, o outro homem retirou a faca da cabeça de Letícia e foi em direção ao Bruno, porém os infectados que estavam dentro do banheiro se soltaram, agarraram Matheus pelas costas, o velho arrancou sua orelha em apenas uma mordida, na dor que o homem sentira caiu ao chão, enquanto Geovana arrancava sua jugular e o sangue espirrava para cima como uma fonte, o prazer no rosto dos infectados era imenso, enquanto a empregada se alimentava da carne que estava ali só para ela o velho foi para cima de Bruno e deu-lhe uma mordida no ombro, o mesmo empurrou o velho para frente e deu um golpe certeiro na cabeça do monstro com a barra de ferro, e o cadáver finalmente pode descansar.
Bruno pediu para Daiane sair do armário, que ela poderia confiar nele já que sua mulher estava morta, quando a mesma saiu foi surpreendida com uma pancada na cabeça e desmaiou.
Daiane acordou dentro do laboratório com uma arma apontada para sua cabeça, Bruno segurava essa arma, do outro lado da sala estava amarrado o irmão da mulher, totalmente transformado e pediu para que ela fizesse rapidamente o antídoto do vírus, fazendo isso ele a deixaria viva e ela poderia cuidar de seu próprio irmão. Assim foi, Daiane construiu o antivírus e deu para o homem tomar, agora ele poderia prosseguir com suas experiências sozinho, ele pegou a arma e apontou em direção a cabeça da mulher que possuía um sorriso estranhamente satisfeito no rosto, o barulho do tiro soou como uma última esperança, Bruno pegou um litro de gasolina e espalhou pelo corpo de Matheus, Daiane e de todos os outros que tinham morrido ali, até de sua amada, o que ele fez com certa dor, porém era o que precisava ser feito em nome da ciência. Riscou então o fósforo e colocou fim nos corpos que poderiam ainda possuir algum vestígio do vírus.
Saiu dali e começou a caminhar pelo campo, pensando no que ele iria fazer agora, já que seria o único envolvido com a pesquisa, porém ele se sentia estranho, como se uma fome imensa invadisse o seu ser, sua mente estava confusa, seu ferimento no ombro estava roxo e infeccionado, ele parecia sentir uma dor imensa provinda da fome, talvez Daiane não houvesse dado a ele um antídoto, talvez ela tinha colocado vírus puro no copo para ele beber, ele não conseguiria mais se matar e nem conseguiria parar pra pensar no que poderia ter acontecido, sua cabeça estava uma bagunça, duas pessoas chegaram de carro e foram de encontro a ele que estava meio que caído com o rosto por terra, perguntaram se estaria tudo bem com o homem, antes seria melhor não terem tentado ajudar, pois suas vidas tiveram um fim sangrento naquele exato momento, saciando a fome de carne humana que alimentaria o vazio da alma do pobre cientista.